Movendo a agrofloresta, uma prática simbiótica!

No ano em que a horta está a alimentar 10× mais familias …. como anda a Agrofloresta?

20190803_200450.jpg Dia 3 de Agosto responderam ao convite 5 pessoas para nos virem apoiar na manutenção desta agrofloresta que sendo ainda jovem já dá belas sombras!!!20190816_163330.jpg

Apresentando o que nos motivou a fazer o convite:

A erva estava muito alta  e a mineralizar que é o oposto da humificação, ou seja não se estava a promover a geração do húmus.  A horta tinha camas a precisar de cobertura de solo.

Nas linhas arbóreas era necessário cortar todo o material que não fossem árvores, flores, aromáticas, tupinambos e pequenos arbustos. Com esse material cortado tapar o solo destas  linhas arbóreas.20190816_163158.jpg

Para termos material para produção de estilha, a ser utilizado na cobertura das camas da horta, queriamos podar algumas árvores de suporte – eucaliptos, choupos, salgueiros, casuarinas – e assim também apoiar a sua formação.20190803_193245.jpg

E nesse dia conseguimos realizar a manutenção de duas áreas distintas da agrofloresta, com o capinar das ervas e as podas das árvores deixamos a informação no solo de crescimento às plantas que ficaram. Conseguimos com as podas produzir estilha para cobrir 4 camas…20190816_162744.jpg

A cereja no topo do bolo foi que na hora de calor aproveitámos para aclarar ideias, pois aproveitando que estávamos juntos e tinham já uma visão comum do que está vivo neste sistema agroflorestal… abrimos o espaço para reflexão:

No Monte Mimo queremos optimizar os trabalhos na Agrofloresta e para isso procuramos ajuda e inspiração.

Quais os próximos passos?

– supressão das gramíneas por introdução de arbustos e outras plantas vivazes;

– sementeiras de novas árvores emergentes – folha caduca;

– plantar árvores de fruto já enxertadas;

– depois das primeiras chuvas podar a coroa das árvores de suporte;

Foi uma conversa onde nos esclarecemos sobre os propósitos de estar a implementar este sistema agroflorestal de uma visão imediata a uma visão a longo prazo , e também colectamos sugestões de plantas e prioridades para seguir este movimento de criação comum, apoiando o ciclo da abundância. 20190816_163603.jpg

É de agradecer a todas as pessoas que já cá vieram apoiar o sonho, a implementação e a manutenção deste sistema agroflorestal… neste dia ficou claro que este tipo de sistemas são abundantes e intensos para promoverem a vida e as simbioses entre plantas e organismos – assim é também o trabalho realizado neles, por isso sem dúvida seguiremos  fazendo chamados para juntos agroflorestarmos!!!!

Atė breve,

E se queres ter a certeza que recebes o próximo chamado envia um e-mail para mimo@ecobytes.net com o assunto agroflorestamos.

ALEGRIA E GRATIDÃO

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Um poema sobre o Monte Mimo …

O video que se segue surgiu da motivação¥emoção da Raquel Dabarra, uma das pessoas que integra a Amap Sado como consumidora e produtora de pão….

No dia 10 de Junho celebrámos a Amap com uma ajudada, recolha dos cabazes e  jantar…  estas imagens foram recolhidas nesse dia…

A música é da Mariana Root…

Agradecidos estamos a todas as pessoas que… poesíam a vida!!!!

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Workshop: Lifestyle Medicine… uma oportunidade de mergulhar na alimentação!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com alegria, curiosidade, e água na boca aguardamos este workshop! E vocês?

O Monte Mimo providencia os alimentos da época e locais, sombras  e pistanque para se refrescarem!

Número mínimo de inscritos são 10 pessoas e número máximo 15!Até já!

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Começou um novo ciclo na vida do Monte Mimo…como produtor de horticolas para AMAPs!

Em Dezembro 2018 fui apoiar o parto da Rede Nacional de AMAP | CSA (comunidades que apoiam a agricultura). Podem ler mais sobre essa reunião no Jornal Mapa N#22 “Nasce uma rede de grupos de consumo agroecológico em Portugal”!

Inspirada pelo que vi e ouvi, e desafiada por alguns dos membros da Rede das 7 AMAPs em Portugal, nomeada REGENERAR, no Monte Mimo começámos a sonhar sobre também nós sermos os produtores de hortícolas para uma comunidade de pessoas que estivesse disposta a apoiar o nosso modo de regeneração/ produção.

Aconteceu que veio cá ter uma woofer que nos últimos 3 anos tinha estado a produzir para uma AMAP na Alemanha. Algumas conversas, planeamento e muito trabalho na horta e o nosso sonho estava pronto a ser apresentado.

Surge a ideia de fazer uma apresentação sobre o que sustenta a necessidade de criar AMAPs, lançando a pergunta – A nossa acção na dinâmica PRODUÇÃO | CONSUMO pode ser benéfica para toda a Comunidade? Podem ouvirna Rádio Internacional de Odemira a gravação da apresentação no programa: Café Sudoeste com o nome Agricultura de Próximidade

Nesse dia o propósito era que mais e mais pessoas se sentissem inspiradas pelas AMAPs… para que AMAPs apareçam como cogumelos aqui e ali! Anunciamos que estávamos preparados para sermos os produtores de hortícolas de uma AMAP e convidamos a quem estivesse interessado a estar presente no dia 25 de Abril no Monte Mimo.

Juntámo-nos 20 pessoas e 6 crianças no dia 25 de Abril, para concretizar esta AMAP e em conjunto encontrar a forma de nos organizarmos e agirmos, a maior parte dos presentes eram pessoas curiosas que quiseram observar o que se estava a criar. Nesse dia foi fundamental a presença da Maria Rute como facilitadora, utilizando a Sociocracia como ferramenta para articular e apoiar a co-criação.

Desde então estamos a trabalhar com dois grupos: AMAP Alvalade e AMAP Sado. Maio foi experimental, adaptando-nos à nova realidade. Agora as recolhas dos cabazes acontecem à terça-feira: para a AMAP Sado, na casa da Rosa e da Raquel (produtoras de pão e queijo de cabra) entre as 16h e as 17.30h e para a AMAP Alvalade, no Monte Mimo entre as 18h e as 19h. No total são 10 partilhas (cabazes que recebem o que está pronto a ser apanhado da horta), com o compromisso por parte dos produtores de termos bens alimentares e por parte dos co-produtores (consumidores que partilham os riscos e a abundância da produção) de recolher os seus cabazes, entre os meses Junho a Outubro.

É transformadora esta iniciativa, fazer parte de uma AMAP como produtores de hortícolas e , partilhar o que temos da horta faz com que de facto vejamos o que a terra nos dá como um bem, um bem neste caso alimentar… que ao mesmo tempo alimenta uma série de relações humanas a que podemos começar a chamar comunidade… a que apoia a agricultura!

Podemos ainda aumentar até 15 partilhas, por isso se queres podes experimentar por 2 semanas sem o compromisso, e depois quizá quizá quizá… comunica para: mimo@ecobytes.net

E já sabes que se queres vir apoiar o Monte Mimo dando as tuas mãos ao manifesto são mais do que bem vindas!!! Comunicaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

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Mão rima com alimentação, cooperação, região, regeneração… queres vir dar as tuas mãos ao manifesto?

um video por Matteo Sechi, no contexto de um ano de SVE em S. Luis, pelo GAIA Alentejo...

plim!

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Comer Local n’ A Onda :: Parar o Furo :: Água

O desafio é cozinhar com vegetais crescidos no Monte Mimo… pensando que comer local é uma ação que que todos os dias fazemos 3 vezes, no mínimo, cujo impacto na construção da paisagem é massivo!

Podemos imaginar comer o que produzimos, podemos observar a biorregião e ver os laços de biodiversidade que nos permitam crescer em saúde e harmonia entre todos os seres?

Podemos perceber a abundância e integrá-la no nosso dia-a-dia?

Biodiversidade, biorregião, sementes livres, regeneração, abundância, agrofloresta, pastoreio holístico, alimentação circular, partilha… comunidade…

Sabores e cores do Monte Mimo n‘A Onda, esta quarta-feira!

Esta iniciativa está integrada num evento onde se vai poder perceber o ponto da situação sobre a Campanhã Não ao Furo, Sim ao Futuro e onde também será abordado o tema da Água – Soluções Regionais!

Todas as quartas-feiras nós dedicamos o JANTAR em ‘A Onda’ à comida vegana, cada uma hospedada por diferentes projetos e cozinheiros.
A quarta-feira vegana começa no dia 8 de agosto com um grande programa:
Samba concert, uma reunião com especialistas para soluções regionais de água, e o relatório e filme sobre o último ‘Parar O Furo’-Action em 4 de agosto.

Programa:

18h
– Cozinha vegan com Rita Maga do Monte Mimo
– Concerto com Cláudio Miranda da Favela da Paz em S. Paulo (Brasil) e amigos (Samba)

ca 20.30h
– Soluções Regionais da Água para Problema Globais,
com especialistas internacionais.
– Resumo da acção de arte aérea ‘PARAR O FURO’ no dia 4 de Agosto na Cova do Vapor

 

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TxaRaM! Queres Vir?

Durante este Inverno investimos muita da nossa energia em criar estruturas de captação de água – swales, de formato suave – a vala e combro , em curva de nível e onde colocámos centenas de árvores e estacas, sementes sem conta… diversidade… diversidade… diversidade…

Em Fevereiro de 2017 fizemos o chamado para desenhar, semear e plantar as duas primeiras linhas em curva de nível e entre elas surgiu a horta com uma nova direcção e rega em gota-a-gota.

Finalmente chegou o broadfork com o Outono e com ele começámos a desenhar a horta de inverno, entre aquilo que ainda permanecia da horta de verão, mas desta vez a perspectiva da verticalidade permitiu-nos apreciar a quantidade de flores, diferentes folhas, árvores… que estava a crescer nos ditos swales… uAu!

Foi aí que ficou claro que queríamos fazer mais dois swales na horta e começar a desenhar swales na área da floresta, no topo do terreno.

As mãos chegadas em Dezembro foram dadas à tarefa de começar a desenhar, semear e plantar no topo do terreno, entre a jovem floresta, os três novos swales, choveu um pouco e a palha que tínhamos colocado por cima manteve a humidade… fomos vendo algumas sementinhas germinando!

Fomos à Festa da Semente e claro partilhámos sementes, estórias e experiências, e como no ano passado também convidámos à ajudada… é sempre bom estar entre gente que tem sonhos compartidos!

Aconteceu no dia 13 de Fevereiro, estivemos praí uns 15 adultos e 6 crianças, pessoas trazendo ferramentas e muita vontade de ajudar! Assim de enxada, de ancinho, de colher de pau fomos fazendo o que era de ser feito… com tempo para tudo! O almoço foi feijão frade com batata doce, acelgas, ovo cozido, azeite com cebola e salsa, azeitonas… 99% ingredientes da nossa horta! Depois do almoço fomos dar um passeio onde apresentámos o nosso percurso relativamente à utilização da água e implementação de árvores no terreno… e porquê escolhemos agora focar a nossa energia na realização destas estruturas de captação de água – os swales! Nesse dia fizemos e finalizamos o terceiro swale na horta. Felizmente houve mãos que ainda ficaram e ainda conseguimos dar a forma, semear e plantar o quarto!

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…que nos alimenta!

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desenhando a paisagem com linhas suaves – swale!

É Março agora e todos estes swales estão carregados de sementes, árvores, estacas e com tanta água!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mudou entretanto o foco da nossa atenção e já começámos a desenhar a horta de primavera/verão! Na estufa germinam as primeiras sementes para os transplantes de Abril…e na próxima semana segue a sementeira lá dentro! Cá fora, antes desta bendita chuva, fechámos as sementeiras de Outono/inverno e abrimos algumas de primavera/verão… Oxalá o caos se instale e germine tudo por todo o lado!

Fazemos o chamado às MÃOS DADAS – woofers – Voluntários… pois depois destas benditas chuvas txaram… vai haver ervas para todas as mãos, sementes para cada buraco, composto para alimentar as plantas, … e todo um alvoroço característico da Primavera…nós como seres vivos deste planeta também vibramos ao ritmo desta estação, queres vir?

 

 

 

 

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