Mão rima com alimentação, cooperação, região, regeneração… queres vir dar as tuas mãos ao manifesto?

um video por Matteo Sechi, no contexto de um ano de SVE em S. Luis, pelo GAIA Alentejo...

plim!

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Comer Local n’ A Onda :: Parar o Furo :: Água

O desafio é cozinhar com vegetais crescidos no Monte Mimo… pensando que comer local é uma ação que que todos os dias fazemos 3 vezes, no mínimo, cujo impacto na construção da paisagem é massivo!

Podemos imaginar comer o que produzimos, podemos observar a biorregião e ver os laços de biodiversidade que nos permitam crescer em saúde e harmonia entre todos os seres?

Podemos perceber a abundância e integrá-la no nosso dia-a-dia?

Biodiversidade, biorregião, sementes livres, regeneração, abundância, agrofloresta, pastoreio holístico, alimentação circular, partilha… comunidade…

Sabores e cores do Monte Mimo n‘A Onda, esta quarta-feira!

Esta iniciativa está integrada num evento onde se vai poder perceber o ponto da situação sobre a Campanhã Não ao Furo, Sim ao Futuro e onde também será abordado o tema da Água – Soluções Regionais!

Todas as quartas-feiras nós dedicamos o JANTAR em ‘A Onda’ à comida vegana, cada uma hospedada por diferentes projetos e cozinheiros.
A quarta-feira vegana começa no dia 8 de agosto com um grande programa:
Samba concert, uma reunião com especialistas para soluções regionais de água, e o relatório e filme sobre o último ‘Parar O Furo’-Action em 4 de agosto.

Programa:

18h
– Cozinha vegan com Rita Maga do Monte Mimo
– Concerto com Cláudio Miranda da Favela da Paz em S. Paulo (Brasil) e amigos (Samba)

ca 20.30h
– Soluções Regionais da Água para Problema Globais,
com especialistas internacionais.
– Resumo da acção de arte aérea ‘PARAR O FURO’ no dia 4 de Agosto na Cova do Vapor

 

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TxaRaM! Queres Vir?

Durante este Inverno investimos muita da nossa energia em criar estruturas de captação de água – swales, de formato suave – a vala e combro , em curva de nível e onde colocámos centenas de árvores e estacas, sementes sem conta… diversidade… diversidade… diversidade…

Em Fevereiro de 2017 fizemos o chamado para desenhar, semear e plantar as duas primeiras linhas em curva de nível e entre elas surgiu a horta com uma nova direcção e rega em gota-a-gota.

Finalmente chegou o broadfork com o Outono e com ele começámos a desenhar a horta de inverno, entre aquilo que ainda permanecia da horta de verão, mas desta vez a perspectiva da verticalidade permitiu-nos apreciar a quantidade de flores, diferentes folhas, árvores… que estava a crescer nos ditos swales… uAu!

Foi aí que ficou claro que queríamos fazer mais dois swales na horta e começar a desenhar swales na área da floresta, no topo do terreno.

As mãos chegadas em Dezembro foram dadas à tarefa de começar a desenhar, semear e plantar no topo do terreno, entre a jovem floresta, os três novos swales, choveu um pouco e a palha que tínhamos colocado por cima manteve a humidade… fomos vendo algumas sementinhas germinando!

Fomos à Festa da Semente e claro partilhámos sementes, estórias e experiências, e como no ano passado também convidámos à ajudada… é sempre bom estar entre gente que tem sonhos compartidos!

Aconteceu no dia 13 de Fevereiro, estivemos praí uns 15 adultos e 6 crianças, pessoas trazendo ferramentas e muita vontade de ajudar! Assim de enxada, de ancinho, de colher de pau fomos fazendo o que era de ser feito… com tempo para tudo! O almoço foi feijão frade com batata doce, acelgas, ovo cozido, azeite com cebola e salsa, azeitonas… 99% ingredientes da nossa horta! Depois do almoço fomos dar um passeio onde apresentámos o nosso percurso relativamente à utilização da água e implementação de árvores no terreno… e porquê escolhemos agora focar a nossa energia na realização destas estruturas de captação de água – os swales! Nesse dia fizemos e finalizamos o terceiro swale na horta. Felizmente houve mãos que ainda ficaram e ainda conseguimos dar a forma, semear e plantar o quarto!

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…que nos alimenta!

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desenhando a paisagem com linhas suaves – swale!

É Março agora e todos estes swales estão carregados de sementes, árvores, estacas e com tanta água!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mudou entretanto o foco da nossa atenção e já começámos a desenhar a horta de primavera/verão! Na estufa germinam as primeiras sementes para os transplantes de Abril…e na próxima semana segue a sementeira lá dentro! Cá fora, antes desta bendita chuva, fechámos as sementeiras de Outono/inverno e abrimos algumas de primavera/verão… Oxalá o caos se instale e germine tudo por todo o lado!

Fazemos o chamado às MÃOS DADAS – woofers – Voluntários… pois depois destas benditas chuvas txaram… vai haver ervas para todas as mãos, sementes para cada buraco, composto para alimentar as plantas, … e todo um alvoroço característico da Primavera…nós como seres vivos deste planeta também vibramos ao ritmo desta estação, queres vir?

 

 

 

 

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Um dia de Autonomia Regional = Cooperação /Partilha

 

 

 

 

 

 

 

Acontece há 6 anos a Festa da Semente!

É uma iniciativa de várias pessoas que também representam familias, grupos, comunidades, iniciativas… contudo é com vista ao Bem Comum e dando passos rumo à Autonomia Regional que nos juntamos para a sua realização!

Um programa que promete anunciado no cartaz!!!!

Haverá mercado com produtos locais para todos os gostos! !!! 

Tragam os bolsos com sementes para trocar, e um farnel para partilhar…

Está garantido o espaço de conforto para crianças!

Haverá chá quentinho, sopa da terra, pão …

Entre as 10 e as 17h em S. Martinho das Amoreiras…

Motivos de sobra para nos encontrarmos e sonharmos a Autonomia Regional….?

 

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Saborear o Monte Mimo…

Está lançada a época de saborear o Monte Mimo … seguem as datas das nossas bancas:

Lisboa :: 2 e 3 de Dezembro – Feira Anjos 70, no Regueirão dos Anjos – das 11h às 19h

Alvalade do Sado :: 2 de Dezembro – no Largo do Jardim – das 10h às 17h

Ourique :: 16 de Dezembro – Jardim junto aos autocarros – das 9h às 13h

S. Luis :: 17 de Dezembro – Feira da Alegria – das 9h às 13h

Porto :: a partir do dia 18 de Dezembro – local ainda por definir

Caso procures mais informação sobre os sabores e cores do Monte Mimo vem ter connosco a qualquer uma destas bancas ou contacta-nos: mimo@ecobytes.net

Até breveeeeeeeeee!

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Vida no campo…

Em Agosto aconteceu a acção – Defender o Sagrado; Não ao Furo, Sim ao Futuro! – onde foram ritualizados o Fogo e a Água como elementos sagrados da Vida! (em Odeceixe)

Qual a importância do Fogo?

Qual a importância da Água?

O que estão a manifestar: o Fogo quando se transforma em incêndios sem controlo; e a Água quando é ora escassa ora excessiva???

Qual é o ensinamento que ainda não estamos a perceber e o é que podemos alterar? ? ?

Somos também vitímas dos incêncios e da seca. Queremos resgatar a dimensão divina, onde o elementar é sagrado!!!

O que vivêncio na ruralidade é a destruição dos ecossitemas para a implementação de sistemas agroindustriais ou turismo-industriais. Onde se respeitam os diferentes elementos e seres – há ainda vida em harmonia, em paz?

O ecosisstema Mediterânico tem fauna e flora características, tradição de cultivo e de pastoreio… onde a Água e o Fogo desempenham papeis principais … Mas o Ser Humano tem vindo a domesticar tudo com o foco na produção e perdeu-se o fio da meada! Virou uma luta: a luta pelo controle da água e a luta pelo controle do fogo!

Peço solidariedade entre os Povos, os Elementos, todos os Seres: Todos queremos estar bem!!!

A Água há de sempre ir pelo caminho mais fácil…

Em Outubro de 2016, a Caminhada pela Água, pela Bacia Hidrofgráfica do Rio Sado – entre Colos e Alcácer – foi uma grande inspiração e também uma constatação do que está a acontecer nesta paisagem! Caminhámos e falámos com pessoas ligadas ao sistema de abastecimento de água das aldeias e vilas… habitantes e reponsáveis. É impressionante a falta de conhecimento sobre o caminho que faz a água até chegar à torneira lá de casa. . . mas também é impressionante ver a naturalidade dizendo de terem secado já 11 dos poços de água que abasteciam Relíquias, que no Verão a Vila é abastecida por camiões com cisternas de água da barragem da Rocha… Como será o Futuro desta Vila? Quais as soluções que estão a ser equacionadas???

Qual o impacto que estas paisagens Dantescas do Regadio Alentejano onde se vê uma Árvore, com sorte, a cada 700 mts, onde o solo escalda durante o Verão e é lavrado todos os anos…. para um sobre-pastoreio… para uma agricultura intensiva. Porque será que chove menos???

O Clima não é algo aleatório!!! É uma série de circunstâncias ligadas a temperatura – pressão – humidade que se desenvolvem de acordo com a paisagem. Hectares e hectares praticamente sem vegetação faz com que a humidade relativa seja baixa (menos pressão hidrica/menos chuva) e quando chove ocorre a lixiviação/escorrẽncias… não se infiltra porque o solo não tem estrutura, não tem raizes… assim não alimenta o solo! Há excesso de lavra com grandes tractores, há excesso de animais… as monoculturas estão cá para servirem a agroindustria…. Assim Não Há Vida Neste Solo!

Mas estes grandis agriculoris/pessoas querem estar bem e também elas são vitimas da seca e dos incêndios. Também são vitimas desta luta que criam por um modo de produção standardizado e subsidiado por um Estado, por uma Comunidade, cujo foco é a produção/ o crescimento económico e não a regeneração/ o bem comum. Possa a regeneração acontecer nelas, nas suas ideias…

A solidariedade é também para com estas pessoas que vivem esta ruralidade ditada pelas regras da produção e do capitalismo. Sei das dificuldades e medos que surgem quando vivemos na terra, da terra e que muitas vezes nos falta a coragem/visão para viver com a Terra!

Da Calma vem a Força…

Existe o conceito de Plantar Água! Com valas de retenção: rentendo a água na vala vai alimentando as árvores, arbustos, etc, plantados no combro, que vão povoando de sombras o solo. A este conceito se tivermos o cuidado de diversificar: plantas perenes, flora comestível, folhas caducas…pode-se simplóriamente explicando, chamar AgroFloresta.

Realço que um acto de solidariedade pretende-se pacífico, em harmonia e deve respeitar os ciclos naturais da vida-morte-vida.

Que a Regeneração aconteça! Manifeste-se na erva que nasce da humidade, na ideia que surge de uma perda, no pássaro que semeia do que comeu…

Viva a Todas as Pessoas que vivem no campo… possamos todos

inspirar e expirar actos de viver com a Terra… por forma a facilitar

a vida de estas e ainda mais pessoas no campo, em Harmonia, em Paz…

EM SOLIDARIEDADE!!!

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Parece que morre … mas ascende!

No final de Janeiro começamos a trabalhar a terra com o Macho, charruando… e em meados de Fevereiro, com o apoio de muita boa gente plantámos duas linhas de agrofloresta… 400 árvores, e ainda muitas e variadas sementes!!!

Na estufa, em Fevereiro, colocámos  sementes do lado direito e no lado esquerdo em Março …

 

 

As pilhas de composto foram feitas nos princípios de Dezembro… misturando folhas de oliveira, estrume do Mimo, estrume das galinhas, cinza, ervas frescas e regando com água cada camada…

Em Janeiro demos uma volta ao composto e em Abril …voilá… sai da pilha rumo ao campo!

Na carroça, modelo do ano 2017, construida aproveitando partes de outras viaturas… só vendo a tecnologia é que dá para perceber … the ultimate!

 

Chega o composto aos regos que foram abertos pelo Mimo, com o abre regos. Pela manhã espalhamos o composto.. à tarde fazemos os transplantes.

 

Ou seja em Abril estamos a transplantar o que semeamos em Fevereiro. A rega é levando água a cada planta, durante uma semana… e ela pega! olé!!!

O lado direito da estufa está quase todo transplantado… o lado esquerdo é já de seguida!

No centro estão sementes de árvores… lá para o fim do próximo inverno é que irão ser colocadas na terra.

Entretanto as árvores e sementes que ficaram nas linhas de agrofloresta, em Fevereiro estão vivas e crescem!!!

 

Além dos transplantes destas últimas semanas fizemos a sementeira de diferentes variedades de abóboras, feijão catarino e milho branco!

Seguirá então a continuação dos transplantes e sementeiras. . .  Além dos trabalhos que lhes sucedem, ou seja a aplicação do churume de urtiga nas plantas que já estão pegadas, para lhes aumentar o sistema imunitário, de 15 em 15 dias… passar com a binnete junto às plantas para tirar as ervas que vêm nascendo, montar o sistema de rega gota-a-gota e empalhar… o termino desta fase é criar as estruturas para suportar os tomateiros  e ir tirando os ladrões (capar os tomates)!

A meados de Julho estaremos na fase de transformação das colheitas… secar, fazer polpas, pickles, iguarias que já alguns conhecem…

E venham daí … vocês que querem vir dar uma mão!!! A época de woofing está aberta aqui no Monte Mimo!!! Recebemos quem vier por bem! Contacta-nos para mimo@ecobytes.net

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