Category Archives: Soberania Alimentar

Um poema sobre o Monte Mimo …

O video que se segue surgiu da motivação¥emoção da Raquel Dabarra, uma das pessoas que integra a Amap Sado como consumidora e produtora de pão….

No dia 10 de Junho celebrámos a Amap com uma ajudada, recolha dos cabazes e  jantar…  estas imagens foram recolhidas nesse dia…

A música é da Mariana Root…

Agradecidos estamos a todas as pessoas que… poesíam a vida!!!!

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Workshop: Lifestyle Medicine… uma oportunidade de mergulhar na alimentação!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com alegria, curiosidade, e água na boca aguardamos este workshop! E vocês?

O Monte Mimo providencia os alimentos da época e locais, sombras  e pistanque para se refrescarem!

Número mínimo de inscritos são 10 pessoas e número máximo 15!Até já!

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Começou um novo ciclo na vida do Monte Mimo…como produtor de horticolas para AMAPs!

Em Dezembro 2018 fui apoiar o parto da Rede Nacional de AMAP | CSA (comunidades que apoiam a agricultura). Podem ler mais sobre essa reunião no Jornal Mapa N#22 “Nasce uma rede de grupos de consumo agroecológico em Portugal”!

Inspirada pelo que vi e ouvi, e desafiada por alguns dos membros da Rede das 7 AMAPs em Portugal, nomeada REGENERAR, no Monte Mimo começámos a sonhar sobre também nós sermos os produtores de hortícolas para uma comunidade de pessoas que estivesse disposta a apoiar o nosso modo de regeneração/ produção.

Aconteceu que veio cá ter uma woofer que nos últimos 3 anos tinha estado a produzir para uma AMAP na Alemanha. Algumas conversas, planeamento e muito trabalho na horta e o nosso sonho estava pronto a ser apresentado.

Surge a ideia de fazer uma apresentação sobre o que sustenta a necessidade de criar AMAPs, lançando a pergunta – A nossa acção na dinâmica PRODUÇÃO | CONSUMO pode ser benéfica para toda a Comunidade? Podem ouvirna Rádio Internacional de Odemira a gravação da apresentação no programa: Café Sudoeste com o nome Agricultura de Próximidade

Nesse dia o propósito era que mais e mais pessoas se sentissem inspiradas pelas AMAPs… para que AMAPs apareçam como cogumelos aqui e ali! Anunciamos que estávamos preparados para sermos os produtores de hortícolas de uma AMAP e convidamos a quem estivesse interessado a estar presente no dia 25 de Abril no Monte Mimo.

Juntámo-nos 20 pessoas e 6 crianças no dia 25 de Abril, para concretizar esta AMAP e em conjunto encontrar a forma de nos organizarmos e agirmos, a maior parte dos presentes eram pessoas curiosas que quiseram observar o que se estava a criar. Nesse dia foi fundamental a presença da Maria Rute como facilitadora, utilizando a Sociocracia como ferramenta para articular e apoiar a co-criação.

Desde então estamos a trabalhar com dois grupos: AMAP Alvalade e AMAP Sado. Maio foi experimental, adaptando-nos à nova realidade. Agora as recolhas dos cabazes acontecem à terça-feira: para a AMAP Sado, na casa da Rosa e da Raquel (produtoras de pão e queijo de cabra) entre as 16h e as 17.30h e para a AMAP Alvalade, no Monte Mimo entre as 18h e as 19h. No total são 10 partilhas (cabazes que recebem o que está pronto a ser apanhado da horta), com o compromisso por parte dos produtores de termos bens alimentares e por parte dos co-produtores (consumidores que partilham os riscos e a abundância da produção) de recolher os seus cabazes, entre os meses Junho a Outubro.

É transformadora esta iniciativa, fazer parte de uma AMAP como produtores de hortícolas e , partilhar o que temos da horta faz com que de facto vejamos o que a terra nos dá como um bem, um bem neste caso alimentar… que ao mesmo tempo alimenta uma série de relações humanas a que podemos começar a chamar comunidade… a que apoia a agricultura!

Podemos ainda aumentar até 15 partilhas, por isso se queres podes experimentar por 2 semanas sem o compromisso, e depois quizá quizá quizá… comunica para: mimo@ecobytes.net

E já sabes que se queres vir apoiar o Monte Mimo dando as tuas mãos ao manifesto são mais do que bem vindas!!! Comunicaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

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Mão rima com alimentação, cooperação, região, regeneração… queres vir dar as tuas mãos ao manifesto?

um video por Matteo Sechi, no contexto de um ano de SVE em S. Luis, pelo GAIA Alentejo...

plim!

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Comer Local n’ A Onda :: Parar o Furo :: Água

O desafio é cozinhar com vegetais crescidos no Monte Mimo… pensando que comer local é uma ação que que todos os dias fazemos 3 vezes, no mínimo, cujo impacto na construção da paisagem é massivo!

Podemos imaginar comer o que produzimos, podemos observar a biorregião e ver os laços de biodiversidade que nos permitam crescer em saúde e harmonia entre todos os seres?

Podemos perceber a abundância e integrá-la no nosso dia-a-dia?

Biodiversidade, biorregião, sementes livres, regeneração, abundância, agrofloresta, pastoreio holístico, alimentação circular, partilha… comunidade…

Sabores e cores do Monte Mimo n‘A Onda, esta quarta-feira!

Esta iniciativa está integrada num evento onde se vai poder perceber o ponto da situação sobre a Campanhã Não ao Furo, Sim ao Futuro e onde também será abordado o tema da Água – Soluções Regionais!

Todas as quartas-feiras nós dedicamos o JANTAR em ‘A Onda’ à comida vegana, cada uma hospedada por diferentes projetos e cozinheiros.
A quarta-feira vegana começa no dia 8 de agosto com um grande programa:
Samba concert, uma reunião com especialistas para soluções regionais de água, e o relatório e filme sobre o último ‘Parar O Furo’-Action em 4 de agosto.

Programa:

18h
– Cozinha vegan com Rita Maga do Monte Mimo
– Concerto com Cláudio Miranda da Favela da Paz em S. Paulo (Brasil) e amigos (Samba)

ca 20.30h
– Soluções Regionais da Água para Problema Globais,
com especialistas internacionais.
– Resumo da acção de arte aérea ‘PARAR O FURO’ no dia 4 de Agosto na Cova do Vapor

 

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TxaRaM! Queres Vir?

Durante este Inverno investimos muita da nossa energia em criar estruturas de captação de água – swales, de formato suave – a vala e combro , em curva de nível e onde colocámos centenas de árvores e estacas, sementes sem conta… diversidade… diversidade… diversidade…

Em Fevereiro de 2017 fizemos o chamado para desenhar, semear e plantar as duas primeiras linhas em curva de nível e entre elas surgiu a horta com uma nova direcção e rega em gota-a-gota.

Finalmente chegou o broadfork com o Outono e com ele começámos a desenhar a horta de inverno, entre aquilo que ainda permanecia da horta de verão, mas desta vez a perspectiva da verticalidade permitiu-nos apreciar a quantidade de flores, diferentes folhas, árvores… que estava a crescer nos ditos swales… uAu!

Foi aí que ficou claro que queríamos fazer mais dois swales na horta e começar a desenhar swales na área da floresta, no topo do terreno.

As mãos chegadas em Dezembro foram dadas à tarefa de começar a desenhar, semear e plantar no topo do terreno, entre a jovem floresta, os três novos swales, choveu um pouco e a palha que tínhamos colocado por cima manteve a humidade… fomos vendo algumas sementinhas germinando!

Fomos à Festa da Semente e claro partilhámos sementes, estórias e experiências, e como no ano passado também convidámos à ajudada… é sempre bom estar entre gente que tem sonhos compartidos!

Aconteceu no dia 13 de Fevereiro, estivemos praí uns 15 adultos e 6 crianças, pessoas trazendo ferramentas e muita vontade de ajudar! Assim de enxada, de ancinho, de colher de pau fomos fazendo o que era de ser feito… com tempo para tudo! O almoço foi feijão frade com batata doce, acelgas, ovo cozido, azeite com cebola e salsa, azeitonas… 99% ingredientes da nossa horta! Depois do almoço fomos dar um passeio onde apresentámos o nosso percurso relativamente à utilização da água e implementação de árvores no terreno… e porquê escolhemos agora focar a nossa energia na realização destas estruturas de captação de água – os swales! Nesse dia fizemos e finalizamos o terceiro swale na horta. Felizmente houve mãos que ainda ficaram e ainda conseguimos dar a forma, semear e plantar o quarto!

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…que nos alimenta!

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desenhando a paisagem com linhas suaves – swale!

É Março agora e todos estes swales estão carregados de sementes, árvores, estacas e com tanta água!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mudou entretanto o foco da nossa atenção e já começámos a desenhar a horta de primavera/verão! Na estufa germinam as primeiras sementes para os transplantes de Abril…e na próxima semana segue a sementeira lá dentro! Cá fora, antes desta bendita chuva, fechámos as sementeiras de Outono/inverno e abrimos algumas de primavera/verão… Oxalá o caos se instale e germine tudo por todo o lado!

Fazemos o chamado às MÃOS DADAS – woofers – Voluntários… pois depois destas benditas chuvas txaram… vai haver ervas para todas as mãos, sementes para cada buraco, composto para alimentar as plantas, … e todo um alvoroço característico da Primavera…nós como seres vivos deste planeta também vibramos ao ritmo desta estação, queres vir?

 

 

 

 

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Um dia de Autonomia Regional = Cooperação /Partilha

 

 

 

 

 

 

 

Acontece há 6 anos a Festa da Semente!

É uma iniciativa de várias pessoas que também representam familias, grupos, comunidades, iniciativas… contudo é com vista ao Bem Comum e dando passos rumo à Autonomia Regional que nos juntamos para a sua realização!

Um programa que promete anunciado no cartaz!!!!

Haverá mercado com produtos locais para todos os gostos! !!! 

Tragam os bolsos com sementes para trocar, e um farnel para partilhar…

Está garantido o espaço de conforto para crianças!

Haverá chá quentinho, sopa da terra, pão …

Entre as 10 e as 17h em S. Martinho das Amoreiras…

Motivos de sobra para nos encontrarmos e sonharmos a Autonomia Regional….?

 

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Vida no campo…

Em Agosto aconteceu a acção – Defender o Sagrado; Não ao Furo, Sim ao Futuro! – onde foram ritualizados o Fogo e a Água como elementos sagrados da Vida! (em Odeceixe)

Qual a importância do Fogo?

Qual a importância da Água?

O que estão a manifestar: o Fogo quando se transforma em incêndios sem controlo; e a Água quando é ora escassa ora excessiva???

Qual é o ensinamento que ainda não estamos a perceber e o é que podemos alterar? ? ?

Somos também vitímas dos incêncios e da seca. Queremos resgatar a dimensão divina, onde o elementar é sagrado!!!

O que vivêncio na ruralidade é a destruição dos ecossitemas para a implementação de sistemas agroindustriais ou turismo-industriais. Onde se respeitam os diferentes elementos e seres – há ainda vida em harmonia, em paz?

O ecosisstema Mediterânico tem fauna e flora características, tradição de cultivo e de pastoreio… onde a Água e o Fogo desempenham papeis principais … Mas o Ser Humano tem vindo a domesticar tudo com o foco na produção e perdeu-se o fio da meada! Virou uma luta: a luta pelo controle da água e a luta pelo controle do fogo!

Peço solidariedade entre os Povos, os Elementos, todos os Seres: Todos queremos estar bem!!!

A Água há de sempre ir pelo caminho mais fácil…

Em Outubro de 2016, a Caminhada pela Água, pela Bacia Hidrofgráfica do Rio Sado – entre Colos e Alcácer – foi uma grande inspiração e também uma constatação do que está a acontecer nesta paisagem! Caminhámos e falámos com pessoas ligadas ao sistema de abastecimento de água das aldeias e vilas… habitantes e reponsáveis. É impressionante a falta de conhecimento sobre o caminho que faz a água até chegar à torneira lá de casa. . . mas também é impressionante ver a naturalidade dizendo de terem secado já 11 dos poços de água que abasteciam Relíquias, que no Verão a Vila é abastecida por camiões com cisternas de água da barragem da Rocha… Como será o Futuro desta Vila? Quais as soluções que estão a ser equacionadas???

Qual o impacto que estas paisagens Dantescas do Regadio Alentejano onde se vê uma Árvore, com sorte, a cada 700 mts, onde o solo escalda durante o Verão e é lavrado todos os anos…. para um sobre-pastoreio… para uma agricultura intensiva. Porque será que chove menos???

O Clima não é algo aleatório!!! É uma série de circunstâncias ligadas a temperatura – pressão – humidade que se desenvolvem de acordo com a paisagem. Hectares e hectares praticamente sem vegetação faz com que a humidade relativa seja baixa (menos pressão hidrica/menos chuva) e quando chove ocorre a lixiviação/escorrẽncias… não se infiltra porque o solo não tem estrutura, não tem raizes… assim não alimenta o solo! Há excesso de lavra com grandes tractores, há excesso de animais… as monoculturas estão cá para servirem a agroindustria…. Assim Não Há Vida Neste Solo!

Mas estes grandis agriculoris/pessoas querem estar bem e também elas são vitimas da seca e dos incêndios. Também são vitimas desta luta que criam por um modo de produção standardizado e subsidiado por um Estado, por uma Comunidade, cujo foco é a produção/ o crescimento económico e não a regeneração/ o bem comum. Possa a regeneração acontecer nelas, nas suas ideias…

A solidariedade é também para com estas pessoas que vivem esta ruralidade ditada pelas regras da produção e do capitalismo. Sei das dificuldades e medos que surgem quando vivemos na terra, da terra e que muitas vezes nos falta a coragem/visão para viver com a Terra!

Da Calma vem a Força…

Existe o conceito de Plantar Água! Com valas de retenção: rentendo a água na vala vai alimentando as árvores, arbustos, etc, plantados no combro, que vão povoando de sombras o solo. A este conceito se tivermos o cuidado de diversificar: plantas perenes, flora comestível, folhas caducas…pode-se simplóriamente explicando, chamar AgroFloresta.

Realço que um acto de solidariedade pretende-se pacífico, em harmonia e deve respeitar os ciclos naturais da vida-morte-vida.

Que a Regeneração aconteça! Manifeste-se na erva que nasce da humidade, na ideia que surge de uma perda, no pássaro que semeia do que comeu…

Viva a Todas as Pessoas que vivem no campo… possamos todos

inspirar e expirar actos de viver com a Terra… por forma a facilitar

a vida de estas e ainda mais pessoas no campo, em Harmonia, em Paz…

EM SOLIDARIEDADE!!!

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Agrofloresta… Monte Mimo Fevereiro 2017

…anos falando em eucaliptus… ouvindo Eu Kali ptus ptus ptus!

casaMas um dia …num processo acompanhado:    … surge mais uma vez a pergunta… fará sentido aqui no Monte Mimo eucaliptus?      … surge então o desafio de o nosso propósito ser a regeneração da terra e não a produção!   … surgem os moços, Andrea e Duarte, que se propõem a fazer aqui uma experiência …

Vai-se desenhando Re.Pa.So. (Reconhecimento Participado e Solidário), onde se misturam pessoas e sonhos, que tanto se baralham que em modo de parto natural surge … a agrofloresta! Um projecto, vários desenhos, ora em linhas rectas formando quadriculas ora em linhas curvas mostrando os vários planos de corte…

af3Onde? Por baixo da zona de pasto dos animais, mas primeiro muda-se a vedação para a curva de nìvel…

Qual a dimensão e o desenho? Toda a largura (+/- 100 m) da zona de pasto e usando a curva de nível…duas faixas arbóreas de 3 m de largura que no centro têm uma faixa de 5 m para hortícolas… as dimensões estarão pois sujeitas a desvios devido às cruvas de nível.

af6Que ferramentas e que estrutura? Para as linhas arbóreas: A charrua que lavra puxada pelo Mimo, seguida da grade. Depois pela leitura do nível com o Laser marcam-se as curvas de nível no ponto de inflexão (do côncavo para o convexo). Usando enxadas e ancinhos vai-se puxando a terra fazendo a estrutura para captação da água, uma estrutura suave, sensual pois o declive deste terreno é pequeno e assim pede… tendo em conta onde está o ponto de fuga e o ponto de entrada… verificando-se o nível no fundo (côncavo) e na marca de água, tendando prevenir que não haverá fugas por pontos fracos.

af10Que plantas? Com espaçamento de 1 metro: Eucaliptus (100), medronheiros (50), tagasastes (50), pilriteiros (3), giestas, diospireiros ; estacas de: salgueiros, figueiras, romanzeiras, sabugueiros; sementes de : trevo, girassol, espinafre, favas, cravos túnicos, pastinaca, acelgas, funcho, urtigas…

O Fazer? Um chamado a amigos e amigas resultou! Vieram cerca de 15 pessoas, algumas enxadas e ancinhos, a passar um dia de puxar terra, plantar árvores, empalhar…. muita partilha e experiência compartida!

Duas áreas arbóreas desenhadas, formadas e plantadas =190m*3m !

af8Agora é observar e aprender… para já ficaram árvores. plantas, captação da água e um banco de dádiva!

Agradeço pela inspiração e a preserverança do Sérgio;

Agradeço pela inspiração e a vontade de experimentar do Andrea e do Duarte!

Agradeço à terra … às … mãos … !

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Este fim-de-semana vamos trocar sementes livres???

festa-da-semente-2017Apoia a divulgação do evento:

https://www.facebook.com/events/1296331883761456/ 

O Programa:

10h abertura do mercado de produtos locais – convidamos todas as pessoas a trazer sementes para trocar, dar…


10h30 Mandal’ana’s – ficará todo o dia – tragam matérias naturais para juntar à mandala


11h00 “Give peas a chance”, um Noticiário ao vivo para informar sobre assuntos e projectos locais


13h almoço partilhado: traz o teu farnel para partilhar, nós também preparamos algo! Vamos saborear as nossas colheitas!!!


14h pequena palestra “Colher e Preservar Sementes” com a Nina Wobbekind


14h30 Teatro de Marionetas “Estórias com sementes”; Oficina de Circo com o Marco e o Michael.


15h30 Jam-Session – tragam instrumentos musicais

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